Nossos procedimentos

A Clínica Crifert conta com tecnologia de ponta, o que faz dela uma referência em reprodução humana no Sul do Brasil. Conheça nossos serviços:

Na reprodução existem inúmeras situações que podem ser resolvidas através de procedimentos vídeo-assistidos, como: videolaparoscopias ou videohisteroscopias.

Videolaparoscopia: é um procedimento realizado em regime hospitalar, onde é realizada uma pequena incisão umbilical, e introduzido uma pequena câmera dentro da cavidade abdominal.

Este procedimento auxilia no diagnóstico e resolução de alterações que podem estar envolvidas na dificuldade para engravidar. Dentre elas destacam-se a endometriose, aderências, processos infecciosos, abordagem de cistos ovarianos. A paciente que realiza este procedimento, tem alta no mesmo dia e retorno imediato as suas atividade diárias.

Videohisteroscopia diagnóstica: é um procedimento endoscópico, semelhante a uma endoscopia digestiva, realizada de forma ambulatorial, não necessitando de internação hospitalar. É introduzido através do colo uterino uma pequena ótica na espessura de 2,9 mm e visualiza-se toda a cavidade uterina. Realiza diagnóstico de pólipos, miomas, processos inflamatórios e a anatomia da cavidade uterina.

Videohisteroscopia cirúrgica: procedimento realizado em ambiente hospitalar, requer uma sedação para que a paciente não tenha desconforto. É introduzido uma otina através do colo uterino e visualiza-se a cavidade endometrial. Tem seu papel na retirada de pólipos, miomas, retirada de corpo estranho como DIU, e procedimento de ablação do endométrio (raspagem da camada interna). Normalmente a paciente realiza o procedimento e tem alta algumas horas depois.

Chamamos de aborto recorrente ou de repetição, quando ocorrem 2 ou mais abortos consecutivos. Na grande maioria dos casos, ocorre por alterações genéticas do embrião, onde se forma de maneira alterada, sendo muitas vezes incompatível com a vida. Porém em muitos casos, dependendo da situação, pode ser investigado já na primeira perda, sem haver a necessidade que um novo abortamento venha a ocorrer novamente. Existem exames específicos para detectar se a perda foi em decorrência de alteração genética ou se há outra causa envolvida. Outras situações que podem provocar abortos de repetição são alterações intrauterinas como pólipos, miomas, infecção crônica, fatores imunológicos, trombofilias. Para cada situação existe um exame e um tratamento específico. O importante é nunca desistir do sonho da maternidade.

A análise seminal é um exame de extrema importância para a investigação da infertilidade do casal. É realizada preferencialmente através de masturbação, em uma sala de coleta específica na clínica, podendo ser realizada em domicílio em casos isolados após a orientação de um profissional. Consiste na análise minuciosa dos parâmetros do ejaculado, sendo eles: PH, volume, cor, viscuosidade, concentração, motilidade, morfologia, células redondas, entre outros. A amostra passa por uma centrifugação com meios de cultura específicos e alguns dos parâmetros mencionados anteriormente são analisados novamente. Dessa forma, aliado a outros exames conseguimos indicar o tratamento mais adequado para o casal.

É a deposição do sêmen, após ser processado, na cavidade uterina com auxílio de cateter e guiado por ultrassom no período de ovulação. A Inseminação Intrauterina (IIU) é considerada uma técnica de reprodução assistida de baixa complexidade. E é indicada principalmente para casais com infertilidade sem causa aparente, mulheres com disfunções ovulatórias, endometriose leve e fator masculino leve.

Fertilização in vitro (FIV) é um processo em que a fertilização do óvulo pelo espermatozoide é realizada dentro do laboratório. A paciente faz uso de algumas medicações que estimulam os ovários, os óvulos são captados e em determinado momento são colocados em contato com o sêmen do parceiro previamente preparado em laboratório, onde ocorre a fertilização enquanto os óvulos permanecem na incubadora para posterior desenvolvimento dos embriões e transferência para o útero da paciente. O processo de fertilização in vitro consiste em basicamente três etapas: Indução da ovulação, captação dos óvulos, desenvolvimento embrionário e transferência embrionária.

A técnica de ICSI (Injeção Intra-Citoplasmática de Espermatozoide) é a junção do óvulo e espermatozoide. A paciente passa pelo estimulo ovariano através de medicações e os óvulos são coletados no dia ideal determinado pelo médico, após a coleta os óvulos da paciente e o sêmen do parceiro são preparados para a realização da ICSI, onde através de uma agulha cada espermatozoide selecionado é injetado em um óvulo. Após esse procedimento os óvulos são colocados em uma plaquinha com meio de cultivo específico dentro de uma incubadora, que oferece as condições ideais para a fertilização e o desenvolvimento dos embriões nos primeiros dias de vida, para que posteriormente sejam transferidos ao útero da mãe.

A criopreservação tanto de óvulos quanto de embriões é um conjunto de técnicas que permite conservar células a temperaturas muito baixas (-196°C). O congelamento de óvulos é indicado em casos de preservação da fertilidade, quando a mulher tem a intenção de adiar os planos de gravidez, ou também por problemas médicos, bem como o câncer, onde muitas vezes a paciente precisa passar por tratamentos quimioterápicos que podem afetar permanentemente sua fertilidade. O congelamento de embriões é realizado quando após uma transferência embrionária ainda existam embriões excedentes viáveis ou quando por algum fator a paciente não realize a transferência no mesmo ciclo, seja ele por motivos pessoais ou conduta médica.

A criopreservação de sêmen consiste na preservação da fertilidade masculina, é uma técnica muito utilizada e bem estabelecida, nos trazendo ótimos resultados no processo de Fiv. Esta técnica é indicada para pacientes oncológicos que serão submetidos a tratamentos quimioterápicos/radioterápicos; homens diagnosticados com varicocele; que optaram pela vasectomia, mas desejam manter uma amostra de sêmen criopreservada; dentre outras patologias que possam interferir na fertilidade a longo prazo. O protocolo consiste na utilização de crioprotetores específicos para que o sêmen seja mantido em botijões de nitrogênio líquido (-196°C) por tempo indeterminado).

A biópsia embrionária é uma técnica que consiste na retirada de algumas células do embrião, para que seja realizada a análise genética e assim identificar se o embrião é cromossomicamente normal. Com esse exame é possível evitar a transferência de embriões com alterações genéticas, como por exemplo a Síndrome de Down que, segundo estudos, tem incidência maior em gestantes com idade superior a 35 anos.

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